domingo, 24 de janeiro de 2021

 DIREITA OU ESQUERDA

Depois de muitos anos resolvi retomar essa iniciativa de promover algumas reflexões em relação ao mundo que vivemos no meu blog. Vou retornar devagar, com tranquilidade.

Estamos em 2021 e vivemos a fase dos extremos onde direita e esquerda estão em constantes debates ou conflitos.

Minha visão...

"Você defende o meio ambiente e a atuação de ongs, então é esquerdista".

"Você defende os movimentos que lutam contra o racismo, deve ser esquerdista".

"Você é a favor do Bolsa-família e outros programas sociais só pode ser de esquerda".

"Você é a favor do movimento LGBTQIA+ só pode ser de esquerda".

"É a favor da reforma agrária e da luta do MST só pode ser de esquerda".

Sim, eu defendo todas essas bandeiras e mais algumas. Por isto estou com a mente tranquila.

E você????

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O mundo da informação e do entretenimento.

                        O mundo da informação e do entretenimento.
     O desenvolvimento tecnológico tem proporcionado um avanço cada vez maior no setor de comunicação. As informações chegam cada vez mais rápidas e ao vivo a qualquer parte do planeta. Os satélites artificiais e a internet revolucionaram este setor. Um dos nossos desafios é como lidar com esta situação sem ficar neurótico ou alienado.
     Saber filtrar e selecionar as informações recebidas e transformá-las em conhecimento é outro grande desafio. Não se tornar dependente (viciado) em alguns meios de comunicação, como celulares, internet e TV é fundamental para não perder o contato com o mundo real.
     O avanço tecnológico também favoreceu uma explosão do entretenimento, diversões produzidas através de computadores, vídeo-games, programas televisivos, celulares, mp4, entre outros.
     Com tudo isto a disposição das mentes humanas há tempo para estudar e aprender?
     Isto vai depender de como cada um vai lidar com toda essa tecnologia e informações e relacioná-las com o seu desenvolvimento pessoal, intelectual e profissional. Não esquecendo que tecnologia e estudo se tornaram dependentes. Portanto precisamos ter atitudes conscientes para continuarmos evoluindo e não nos acomodarmos com as facilidades proporcionadas pelo avanço tecnológico.

Atividades
1-      A tecnologia pode gerar comodismo? Por quê?
2-      Por que informação e conhecimento não são iguais?
3-      Quais são os principais meios de comunicação de massa da atualidade?
4-      O que foi fundamental para o grande avanço dos meios de comunicação no planeta?
Atividade
1-      Futebol, novelas, games, redes sociais, pesquisas na internet, filmes, Big Brother, Pânico, celulares, livros, telejornais, radiojornais, documentários, jornais e revistas impressas.
Foram citados alguns produtos, programas e serviços que fazem parte do cotidiano da sociedade brasileira atual. Pense e responda:
a-      Dos itens apontados, cite cinco que fazem parte dos seus hábitos.
b-      Cite quatro que não fazem parte de seu hábito ou costume.
c-       Quais dos itens citados exploram principalmente o entretenimento?
d-      Quais dos itens favorecem mais o desenvolvimento intelectual, pessoal e profissional?
e-      Desenvolva um comentário reflexivo de no mínimo oito linhas em relação ao tema apresentado.

Obs.: A proposta é promover reflexões sobre o avanço tecnológico e sua influência no cotidiano da população. Fatos positivos e negativos no desenvolvimento pessoal, intelectual e profissional do individuo cada vez mais “engolido” pelo mundo da tecnologia.

                                       Prof. Ronaldo José/Geografia 

sexta-feira, 15 de março de 2013


                                          VÍCIO NA ESCOLA
     Gostaria de começar este texto parabenizando a galera que mesmo diante da dependência química, ou seja, o vício em algum tipo de droga lícita ou ilícita, esta na escola tentando completar seus estudos e evoluir na vida, apesar das dificuldades impostas pelo seu organismo fragilizado, em que a mente se torna escrava da dependência; e por causa disto sofrem discriminação e preconceito.
     Os especialistas da área de saúde que tratam desta questão levantam a grande dificuldade que os dependentes químicos em grau avançado possuem para se socializarem com pessoas que estejam fora de seu grupo de interesse, restringindo seus relacionamentos com aqueles que estão diretamente ou indiretamente envolvidos com as drogas. Ao se sentirem discriminados pelas pessoas ao seu redor, muitos dependentes se tornam agressivos e tomam atitudes que extrapolam os limites e as regras de convivência. Situação que ao longo do tempo vai se tornando insuportável, gerando desentendimentos, brigas e separações. A percepção de socialização vai perdendo sentido, ficando cada vez mais distante do mundo real.
     Se de um lado têm jovens querendo estudar, mas com dificuldades de convívio por causa de sua dependência; de outro, tem pessoas que também tem os mesmos propósitos (estudar), mas que não são obrigadas a aceitar atitudes que estão fora do contexto social ou na ilegalidade.
     Num espaço público como a escola que pertence à comunidade e não à Direção e aos professores, onde as regras e normas de convivência são claras, não dá para aceitar que um grupo menor imponha seus interesses particulares, como por exemplo, comercializar drogas,  consumir drogas no banheiro ou nos cantos e corredores da escola. Diante desta situação a melhor alternativa no primeiro momento é buscar o diálogo e a conscientização. Em último dos casos se não houver a colaboração e compreensão e as regras do bom convívio estiverem sendo quebradas a separação será inevitável e a Lei deverá ser cumprida, com prejuízo para todos.
      Em minha opinião o diálogo, a paciência, a compreensão e a conscientização são os melhores caminhos.
     Todos estão no mesmo “barco”, uns querendo trabalhar, outros querendo estudar e outros tentando estudar e se integrar, mas carregando nas costas um peso muito grande que é a dependência química. Precisamos vencer esse desafio, precisamos nos unir e buscar a melhor solução, afinal de contas para que temos nossa inteligência e criatividade.
     Estou pronto para cooperar e você???...
                                                                        Professor Ronaldo José

domingo, 9 de dezembro de 2012

Noite de lançamento do livro "O cão da praça" foi "10".



No dia 08 de dezembro de 2012 muitos amigos, amigas e 
familiares compareceram para compartilhar um momento 
muito especial. Um grande abraço. 



                                         









O melhor sonho é aquele realizado coletivamente. RJS.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Lançamento do livro "O cão da praça".


CONVITE
Lançamento do livro “O cão da praça”.
O professor Ronaldo foi diretor responsável e criador do Jornal do Estudante que circulou na Zona Leste de São Paulo por nove anos. É educador nas redes municipal e estadual de ensino há 25 anos, onde leciona a disciplina de Geografia. Como adora escrever, acaba de nos presentear com um livro infanto-juvenil; mas que deve ser lido por pessoas de todas as idades.
O livro “O cão da praça” é o resultado da preocupação com o grande número de animais abandonados e maltratados pelas ruas e praças de São Paulo. Através de uma leitura empolgante, o principal personagem deste livro, um cão que vive na praça vai relatando fatos que observou e vivenciou. Na segunda parte, você terá depoimentos e comentários sobre essa questão que precisa mais atenção das autoridades e conscientização da sociedade.
Data: Dia 08 de dezembro de 2012.
Local: Shopping Aricanduva – Livraria Curitiba
Horário: A partir das 19 horas 

domingo, 29 de julho de 2012

Dicas para os estudantes.

DICAS PARA O ESTUDANTE SE DAR BEM NA ESCOLA E CONSTRUIR UM FUTURO MELHOR.                   “Neste jogo você não pode perder!”
A) Começando em casa:

- Organização do material escolar (local adequado, onde você possa concentrar seu material);
- Estudar e revisar as matérias e atividades escolares;
- Realizar leituras de livros, revistas, jornais e pesquisas na internet;
- Antes de sair para a escola confira as aulas do dia e revise o material que precisará; cadernos de apoio, livros, lápis, caneta, borracha, etc.
- Não se atrase e use o uniforme adequado (inclusive para as aulas de Educação Física).

B) Na escola:

- Chegue no horário estipulado;
- Respeite os colegas, professores e funcionários;
- Não promova depredações ou pichações (o prejuízo é de toda a comunidade);
- Conheça e respeite o Regimento Disciplinar.
C) Em sala de aula:

- Sente no seu devido lugar, não fique passeando pela sala sem autorização;
- Na hora da explicação ou quando o professor estiver falando, silêncio e concentração;
- Não perturbe seus colegas (“Quem não ajuda, não atrapalha”.);
- Quando tiver lição, faça. Não se distraia com brincadeiras ou conversas.
- Não grite, converse em voz baixa;
- Não fique cuidando da vida do outro (“Quem muito se preocupa com a vida do outro, esquece da sua”.);
- Você tem o direito de tirar dúvidas com o professor, mas tem o dever de se comportar corretamente.


* Há dezesseis itens, confira em qual você precisa melhorar.
                                                            Veja se você está ganhando ou perdendo este jogo.     

                                                                                                 
                                                                                             Prof. Ronaldo José da Silva


terça-feira, 12 de junho de 2012

     Famílias brasileiras

     De acordo com o IBGE a família brasileira vem mudando muito nas últimas décadas. Há cinquenta anos atrás a separação entre casais era bem menor, enquanto o número de filhos era maior. Só o marido trabalhava fora, enquanto a mulher ficava responsável pela casa e pelos filhos.
     Com o processo de urbanização acelerado à partir da década de 70, as famílias que eram típicamente rurais, tiveram que se adaptar às cidades (moradias/trabalho/transporte).
     As mulheres foram se tornando mais independentes, ingressando cada vez mais no mercado de trabalho, deixando de ser apenas do lar. Atualmente a maioria das mulheres acima dos 21 anos de idade está inserida no mercado de trabalho. Nas universidades já são maioria.
     Mas e aí?!...
     Com pais e mães trabalhando como ficou a educação dos filhos? Com mulheres mais independentes como ficou a relação entre os casais?
     Em nosso país a separação entre casais é cada vez maior, cerca de 25% dos casais se separam antes dos 10 anos de casamento. Cerca de 1/3 das famílias brasileiras são comandadas pelas mulheres.
     É cada vez maior o número de irmãos com pais e mães diferentes. Ou seja, estamos diante de uma sociedade mais complexa em suas relações.
                                         Prof. Ronaldo J. da Silva

Família – escola e sociedade.
             Princípios – valores e os jovens da periferia.
     Nas periferias uma grande parcela dos jovens está aderindo ao modismo do mundo do crime; incorporam valores, atitudes e hábitos que se distanciam dos valores defendidos pela escola e pela família. Esta situação provoca uma relação de conflitos (desentendimentos, discussões, brigas, inimizades, separações). Valorizam o que é errado no senso comum ou quem pratica coisas erradas.
     É muito comum entre esses jovens valorizar o colega ou a colega que responde ou satiriza professores, como se fosse uma atitude correta. Jovens que cometeram infrações graves e tiveram que ser internados em Fundações, quando saem desses estabelecimentos são exaltados pelos colegas, como se fosse algo positivo, uma promoção. Valores reproduzidos pelo mundo do crime. Ao invés da internação funcionar como uma medida de reflexão, arrependimento e mudança de comportamento, ocorre muitas vezes o contrário.
     Supervalorizam atitudes do crime, falam de acordo com suas gírias, palavrões; desvalorizando aqueles que tem boas condutas (estudo, educação, respeito aos pais, professores, falam corretamente, tem bons hábitos). Nos últimos anos estamos observando um grande número de músicas produzidas com os mesmos objetivos: fazer apologia ao crime, estimular a violência, desvalorizando a mulher, reduzindo a mero objeto sexual; fazendo autopropaganda do uso de drogas, entre outros. Músicas que são incorporadas ao cotidiano e cultura de muitos jovens, principalmente da periferia.
     Não poderia deixar de citar o papel de uma parcela da mídia (rádio, TV, internet) que muitas vezes reproduzem essa cultura através de suas programações. Podemos citar o programa “Pânico”, um dos mais assistidos pelos jovens, onde ridicularizar ou menosprezar o outro é um de seus principais atrativos; também exploram de forma negativa a exposição da mulher (desprovidas de inteligência, onde o importante é apenas expor a sexualidade).
     Enfim, quais são as conseqüências deste contexto cultural negativo no desenvolvimento de nossos jovens?
     - Tornam-se pessoas egoístas, insensíveis, não se preocupam com o próximo, desvalorizar ou ridicularizar é mais legal do que elogiar ou reconhecer as boas qualidades do outro.
     - Descaso para com os estudos; para que estudar, se para traficar ou roubar não exigem estudos; ou, meus pais me dão o que preciso (comodismo).
     - Uma visão e prática que não constroem, não ajudam no desenvolvimento e preparação para o futuro. O errado é certo e o certo é errado. Inversão de valores. Ouvir os conselhos dos mais velhos para quê, se eu e meus amigos temos as mesmas opiniões!...
     O que está faltando nas famílias e na sociedade para mudar este contexto? Para que esses jovens percebam que essas atitudes não contribuem para a vida, pelo contrário, trazem mais violência!...    
                                                       Prof. Ronaldo José da Silva    

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Ações afirmativas

                            Você sabe o que são ações afirmativas?               
Ação Afirmativa é um conjunto de políticas que compreendem que, na prática, as pessoas não são tratadas igualmente e, consequentemente, não possuem as mesmas oportunidades, o que impede o acesso destas a locais de produção de conhecimento e de negociação de poder. Este processo discriminatório atinge de forma negativa pessoas que são marcadas por estereótipos que as consolidam socialmente como inferiores, incapazes, degeneradas, etc., alocando-as em situações de subcidadania e precariedade civil. Dito de outra forma, o racismo, o machismo, a xenofobia, a homofobia, entre outras ideologias discriminatórias, vincularam e vinculam determinadas pessoas à características coletivas e pejorativas que as impedem de receber prestígio, respeito e valoração social como um indivíduo qualquer, por meio de discriminações, que na maioria das vezes, são executadas indiretamente, ou seja,“por baixo dos panos”, nos bastidores, sem testemunhas e alarde. Imagine, por exemplo, uma executiva competente que não é promovida na empresa em que trabalha porque o fato de ser mulher atrapalharia o “clima” masculino já estabelecido entre os diretores. Ou um ótimo professor que é demitido porque descobriram ou desconfiam que ele tenha um namorado. Ou um jovem negro que não foi admitido na seleção de emprego porque consideraram que ele não tinha a “boa aparência” desejada. O que estas situações têm em comum? Além de retratarem os processos discriminatórios citados acima, são ocorrências que dificilmente serão comprovadas e penalizadas, pois os responsáveis por elas contornarão o machismo, a homofobia, o racismo que as fundamentam e darão diversas explicações supostamente neutras e naturalizadas para suas decisões. Entretanto, todos sabem que estas situações ocorrem diariamente e prejudicam a vida de inúmeras pessoas que não correspondem ao padrão eurocentrado (masculino, branco, cristão, heterossexual, fisicamente capaz, etc.) estipulado socialmente como normal e superior. Diante disso, o que fazer para transformar esta realidade? Foi exatamente com intuito de responder esta pergunta que a Ação Afirmativa surgiu. A Ação Afirmativa é um conjunto de políticas que tem como objetivo combater práticas discriminatórias e equacionar suas consequências na medida em que possibilita que pessoas marcadas por estereótipos coletivos e negativos acessem posições de poder, que historicamente lhes foram cerceadas. Sendo assim, são medidas especiais, porque agem focadas nos grupos marginalizados. E temporárias, pois possuem objetivos determinados que quando alcançados tornam-nas desnecessárias. E podem ser elaboradas e executadas pelo Estado e/ou pela iniciativa privada de maneira compulsória ou espontânea. Há inúmeras experiências de políticas afirmativas em todo mundo (Índia, Malásia , África do Sul, Gana, Guiné, Argentina, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, México, Brasil, entre outros) com critérios variados como, por exemplo, casta, deficiência física, descendência, etnia, gênero, nacionalidade, raça, etc. O próprio Brasil possui um histórico de políticas de cunho afirmativo: a Lei dos Dois Terços (5.452/1943) do governo Getúlio Vargas, a Lei do Boi (5465/1968) que reservou vagas nas instituições de ensino - médio e superior - agrícolas para agricultores e filhos destes, a Lei 8.112/1990 que prescreve cotas para portadores de deficiências físicas no serviço público civil da União, a Lei 9.504/1997 que preconiza cotas para mulheres nas candidaturas partidárias, entre outras. Entretanto a medida mais polemizada é o sistema de cotas para negros e negras em instituições de ensino superior (IES). Que desde 2003 já possibilitou dezenas de milhares de vagas em mais de cinqüenta IES em todo país. Outra medida afirmativa em vigor em nosso país é a Lei 11.639/03, que modificou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional obrigando o ensino da história e da cultura africana e afro-brasileira em todo sistema educacional brasileiro, seja público ou privado.   Por Thais S. Moya - Postado por NEAB- UFSCar

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Reflexões sobre o ano de 2011


Profissionalmente o ano de 2011 foi um dos mais produtivos. Além de trabalhar os conteúdos básicos de Geografia no decorrer do ano, em diversos momentos foram discutidos temas da atualidade, desde o Massacre de Realengo até o Tsunami no Japão. Todos os projetos que me comprometi a desenvolver com os alunos foram realizados: Projeto "O jovem e o mercado de trabalho", Projeto "Adolescência", Projeto "Mobilidade", Projeto "Família". Também coordenei o Projeto Coletivo na EMEF JK "Escola Ensina - Familia Educa". Além de organizar as eleições do Grêmio JK e coordenar a formatura 2011 dos alunos das oitavas séries do JK. Na Escola Estadual Sumie Iwata, além de trabalhar os conteúdos propostos e diversos temas da atualidade, participamos do Projeto Nosso Bairro - Passado - Presente e Futuro, em que o resultado foi muito interessante.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011



Formatura 2011 no JK

No dia 14 de dezembro de 2011 ocorreu nas dependências da Escola Municipal de Ensino Fundamental Presidente Juscelino K. de Oliveira a Colação de Grau e Formatura dos alunos das oitavas séries. Na minha opinião foi um evento muito emocionante. Os alunos e seus familiares estavam felizes. Se divertiram, choraram de emoção, cantaram, gritaram, dançaram, além de tirarem inúmeras fotos. 
Para participar da formatura cada aluno contribuiu com 20 reais. Teve direito a três convidados, uma mesa e quatro cadeiras, uma boa porção de salgados, um refrigerante de um litro e meio, bolo, o canudo, decoração... Enfim, sobrou 70 reais que foi utilizado para arrumar a caixa de som da escola. 
                               Yanca homenageando a profa. Rose.
                                         http://www.youtube.com/watch?v=hG1bRWs22dw
PROJETO: MOBILIDADE


Fotografando os problemas relacionados a mobilidade em frente a escola. Encaminhamos ao Depto. de SAC da Subprefeitura as solicitações. Algumas já foram atendidas. 


                                                                                          Peça de teatro: "O Ônibus"


Período de implantação: 01 de agosto a 20 de setembro. Obs. A proposta deste projeto é que ele seja contínuo, com diversas ações ocorrendo não apenas neste ano e neste momento.


Recursos humanos: Este projeto contou com a participação de todos na escola, alguns de forma direta, outros de forma indireta. Os alunos das séries das quais trabalhei (7ªs B C D E F e 8ªs A e B) e os alunos do Grêmio Estudantil tiveram participação maior.


Recursos pedagógicos: Textos jornalísticos, Manual de Renovação da Carteira Nacional de Habilitação, Textos extraídos de pesquisas na internet “A mobilidade urbana que queremos”, “A crise da mobilidade urbana em São Paulo”, “Logística – o que é isto?” - Materiais da Campanha da cidade de São Paulo “Dê Preferência à vida. Respeite o Pedestre”.


Recursos materiais: Computadores, máquinas fotográficas e filmadoras digitais, máquina de Xerox.

PROPOSTA

Diversos fatores me levaram a desenvolver este Projeto. As estatísticas da violência, onde a segunda causa de morte de jovens em nosso país é acidente de trânsito. A importância de um olhar mais consciente e crítico do aluno em relação ao movimento ao seu redor, desde a sala de aula, passando pelos corredores da escola, o pátio; chegando até as ruas que circundam a escola. O trajeto da residência do aluno até a escola. Refletir sobre os problemas que dificultam a mobilidade de ciclistas, pessoas com necessidades especiais, pedestres e automóveis, além dos problemas do trânsito na cidade. O objetivo, além de promover reflexões e ampliar a visão do aluno em relação à mobilidade, foi construir uma consciência mais crítica sobre as responsabilidades de cada um, da escola, do cidadão e das demais instituições públicas e privadas. No decorrer do Projeto, diversos textos de apoio foram lidos e debatidos, inclusive as Leis de trânsito, dando destaque para o trabalho com placas de sinalização, direção defensiva e quem pode ser motorista no Brasil. A campanha da Prefeitura de São Paulo “Dê preferência à vida. Respeite o pedestre”, também esteve presente em nosso Projeto, utilizamos os materiais de campanha utilizados na mídia para debater sobre as altas estatísticas de mortes de pedestres na cidade de São Paulo e as responsabilidades de cada um.







AÇÕES

• Aproveitamos a ideia da Campanha da Prefeitura e desenvolvemos nossa Campanha: “Aonde posso correr na escola?”. A proposta foi levada aos demais professores para que os mesmos trabalhassem a Campanha em sala de aula, alguns textos e atividades foram disponibilizados para promover debates e reflexões entre os demais alunos nos dois turnos. Foram desenvolvidos cartazes com placas de sinalização e informações sobre a Campanha.


• Um grupo de alunos representantes de sala e do Grêmio, passaram nas salas promovendo mais conscientização; além do levantamento estatístico dos alunos que já sofreram algum tipo de acidente na escola por causa da correria em locais impróprios.


• Outra ação foi desenvolvida por este mesmo grupo de alunos (Grêmio e representantes de sala), a pesquisa de campo, onde foram tiradas fotos de situações e locais próximos à escola, denunciando a falta de sinalização, buraco na rua, manutenção e reforma de calçadas; o lixo destinado de forma incorreta, entre outros. Após este trabalho de campo foi encaminhado ao setor de SAC (Serviço de Atendimento ao Cidadão) as solicitações de melhorias. Algumas dessas solicitações foram atendidas e outras estamos aguardando.


• As 8ªs séries A e B (9º ano) e 7ªs séries B, C, D, E e F também desenvolveram trabalhos de campo, em grupo produziram material escrito, fotos e vídeos relacionados aos problemas da mobilidade na comunidade.
• Peça de teatro desenvolvida pelos alunos: “O ÔNIBUS”. Relata o cotidiano do transporte coletivo e a violência urbana. Ao término da peça há um debate com o público.


RESULTADO: Através dos depoimentos de alunos, inspetores, professores e equipe gestora é possível constatar a melhoria de comportamento dos alunos relacionados à questão da mobilidade na escola. Especificamente com os alunos das salas que trabalhei, após realizações de avaliações e atividades sobre o tema, cerca de 90% dos alunos tiveram notas positivas, demonstrando conhecimentos sobre os assuntos estudados e debatidos.






BIOGRAFIA

Ronaldo José da Silva, 46 anos, professor de Geografia, há vinte e três anos se dedicando ao magistério. Atualmente leciona na rede municipal e estadual de ensino. Durante nove anos realizou um trabalho concomitante com a educação, sendo responsável pelo Jornal do Estudante. Já foi professor voluntário durante três anos no Projeto Educafro. Já trabalhou na rede particular de ensino e em cursinhos preparatórios para o vestibular e vestibulinho.








Atenção da Subprefeitura de Guaianases (Setor do SAC).

Nós, alunos do Grêmio Estudantil JK, viemos por meio deste documento solicitar algumas providências relacionadas à mobilidade e segurança de trânsito em frente à nossa escola. Para isto estamos enviando algumas fotos para constatação.

A EMEF Presidente Juscelino K. de Oliveira está localizada na Rua Jorge Maraccini, esquina com a Rua Professor Demo Ghidelli, onde levantamos os seguintes problemas:

- a necessidade de duas faixas de pedestres na saída da escola;

- pintura da lombada;

- buraco na rua em frente à escola;

- calçadas em más condições;

- recapeamento de parte do asfalto na rua que é utilizada como estacionamento.

Também estamos denunciando os lixos jogados na pequena praça que fica em frente à escola.

Agradecemos desde já a atenção e aguardamos respostas.

GRÊMIO ESTUDANTIL JK

São Paulo, 15 de setembro de 2011

PROJETO FAMÍLIA


PROJETO FAMÍLIA


Objetivo: Promover diversas reflexões sobre o papel da família na sociedade e as relações históricas e transformações pelas quais as famílias vêm passando. Quais são os novos modelos de famílias? Essas mudanças são boas ou ruins?           

                  
              Texto: “Em sua família há harmonia?”
Independente do tipo ou modelo de família: tradicional, pais separados, mãe sem cônjuge, padrasto, madrasta; o mais importante é que haja harmonia. É fundamental no relacionamento familiar que o respeito, o amor e o diálogo estejam sempre presentes.                                              
Toda família tem seus momentos de crise e discussões, mas o respeito deve ser preservado. Quando o desrespeito entre os membros da família se torna comum, fazendo parte do cotidiano, algo precisa ser feito. A ajuda de uma pessoa mais ponderada, talvez parente mais próximo ou profissional especialista, um psicólogo, por exemplo, poderão ajudar . Ou, os próprios envolvidos se conscientizarem, levantarem a bandeira da paz, assumirem seus erros e falhas e tentarem reconstruir um ambiente familiar com mais harmonia.
A falta de respeito entre as pessoas do lar está destruindo muitas famílias, as cicatrizes deixadas pelas brigas, chingamentos, falta de diálogo e carinho podem ser irrecuperáveis.
Quando o ódio e a raiva agem mais do que o bom senso e a razão (inteligência) o resultado será a violência.
                                     Prof. Ronaldo José da Silva


Atividades
1- O autor do texto diz que só o modelo de família tradicional tem chance de ser feliz e viver em harmonia? Justifique.
2- Por que em muitas famílias a violência faz parte do cotidiano? Quais são as conseqüências?
3- Que propostas o autor cita para tentar resolver ou amenizar a relação de violência que se tornou cotidiano em muitas famílias?
OBS.: Fazer pesquisa entre os alunos da sala (Quantos vivem só com a mãe ou com o pai? Quantos tem irmãos com pais ou mães diferentes? Quantos vivem com pais separados? Quantos não moram com os pais biológicos?)


REFLEXÃO:


• “Ainda de acordo com o IBGE o modelo de família tradicional vem diminuindo enquanto os outros modelos de famílias vêm aumentando”.
• Sugestão: Relacionar a urbanização com as mudanças de comportamentos da sociedade.


            Texto: Princípios – valores e os jovens da periferia.
Nas periferias uma grande parcela dos jovens adere ao modismo do mundo do crime, incorporam valores, atitudes e hábitos que se distanciam dos valores defendidos pela escola e pela família. Esta situação provoca uma relação de conflitos (desentendimentos, discussões, brigas, inimizades, separações). Valorizam o que é errado no senso comum ou quem pratica coisas erradas.
É muito comum entre esses jovens valorizar o colega ou a colega que responde ou satiriza professores, como se fosse uma atitude correta. Jovens que cometem infrações graves e tiveram que ser internados em Fundações, quando saem desses estabelecimentos são exaltados pelos colegas, como se fosse algo positivo, uma promoção. Valores reproduzidos pelo mundo do crime. Ao invés da internação funcionar como uma medida de reflexão, arrependimento e mudança de comportamento, ocorre muitas vezes o contrário.
Supervalorizam atitudes do mundo crime, falam de acordo com suas gírias, palavrões; desvalorizando aqueles que têm boas condutas (estudam, tem boa educação, respeitam pais, professores, falam corretamente, tem bons hábitos). Nos últimos anos estamos observando um grande número de músicas produzidas com os mesmos objetivos: fazer apologia ao crime, estimular a violência, desvalorizando a mulher, reduzindo-a como objeto sexual; fazendo autopropaganda do uso de drogas, entre outros. Músicas que são incorporadas ao cotidiano e cultura de muitos jovens, principalmente da periferia.
Não poderia deixar de citar o papel de uma parcela da mídia (rádio, TV, internet) que muitas vezes reproduzem essa cultura através de suas programações. Podemos citar o programa “Pânico na TV”, um dos mais assistidos pelos jovens, onde ridicularizar ou menosprezar o outro é um de seus principais atrativos; também exploram de forma negativa a exposição da mulher (desprovidas de inteligência, onde o importante é apenas expor a sexualidade).
Enfim, quais são as conseqüências deste contexto cultural negativo no desenvolvimento de nossos jovens?
- Tornam-se pessoas egoístas, insensíveis, não se preocupam com o próximo, desvalorizar ou ridicularizar é mais legal do que elogiar ou reconhecer as boas qualidades do outro.
- Descaso para com os estudos; para que estudar, se para traficar ou roubar não exigem estudos; ou, meus pais me dão o que preciso (comodismo).
- Uma visão e prática que não constroem, não ajudam no desenvolvimento e preparação para o futuro. O errado é certo e o certo é errado. Inversão de valores. Ouvir os conselhos dos mais velhos para quê, se eu e meus amigos temos as mesmas opiniões!...
O que está faltando nas famílias e na sociedade para mudar este contexto? Para que esses jovens percebam que essas atitudes não contribuem para a vida, pelo contrário, trazem mais violência!...


Prof. Ronaldo José da Silva








FILME: O Contador de histórias (Nacional)


Este filme proporciona ao educador levantar vários questionamentos em relação ao papel da
família, da sociedade e do governo quanto a responsabilidade no desenvolvimento de nossos jovens.


O Contador de histórias.
Algumas histórias nascem para nos ensinar como realmente devemos viver.
O contador de histórias relata a trajetória de Roberto Carlos Ramos, um menino cheio de imaginação que, nos anos 70, é deixado pela mãe em uma entidade assistencial recém criada pelo governo. Aos treze anos, após incontáveis fugas, ele é classificado como “irrecuperável” nas palavras da diretora da entidade. Contudo, para a pedagoga Francesa Margherit
Duvas (Maria de Medeiros), que vem ao Brasil para o desenvolvimento de uma pesquisa , Roberto representa um desafio.
Determinada a fazer do menino o objeto de seu estudo, ela tenta se aproximar dele. O que surge entre os dois é uma relação de amizade e ternura, que porá em xeque a descrença de Roberto em seu futuro e desafiará Margherit a manter suas convicções.

domingo, 21 de agosto de 2011

Crise da mobilidade urbana em São Paulo

A raiz da crise passa pela disfunção que representa o divórcio entre as políticas de uso do solo, transporte e trânsito. Mesmo que não estejam escritas ou explícitas, elas acabam sendo a sucessão de ações e omissões que a máquina pública permite. Um plano diretor contendo uma política de uso e ocupação do solo pode ajudar muito na racionalização das necessidades de deslocamentos. Sabe-se até pela simples observação visual que a habitação cresce em direção do extremo leste da cidade e o trabalho avança no quadrante sudoeste. O resultado? Mais viagens, maiores distâncias percorridas e, portanto, mais congestionamentos. A verticalização da "cidade legal" tem ignorado o impacto no déficit de áreas de estacionamento e, como conseqüência, em São Paulo é praticada uma das tarifas mais altas do planeta.
Num período de cinco anos (entre 1992 e 1997), a média de quilômetros de congestionamento medidos pela CET no sistema viário principal da cidade passou de 40 km, na hora de pico da tarde, para 120 km. Hoje há congestionamentos significativos em corredores da mais longínqua periferia e em todos os quadrantes. O grau de "viscosidade" urbana aumenta, e a crise de mobilidade se agrava. Os deslocamentos ficam mais lentos, e as áreas congestionadas crescem. A administração municipal deve abrir e conduzir o debate a fim de se encontrar esse modelo sistêmico para enfrentar o problema da mobilidade urbana. É preciso sair da escala do semáforo, do viaduto, do talão de multa ou da placa de sinalização. A extensão e a gravidade do problema do trânsito paulistano requerem uma abordagem sistêmica, uma intervenção profunda com visão de longo prazo. É um desafio tecnológico, político e administrativo que exige um tratamento mais holístico e menos setorizado e um amplo debate com todos os segmentos representativos. ROBERTO SALVADOR SCARINGELLA
Engenheiro Civil e Jornalista, Diretor Superintendente do Instituto Nacional de Segurança no Trânsito

sábado, 20 de agosto de 2011

Projeto: Cuidando da sala (EMEF JK)

PROJETO: Cuidando da sala – Cuidando da escola.

A 5ª série C chamou a Dona Candinha para propor um Projeto, a ideia era cuidar melhor da sala. Cada aluno teria a responsabilidade de cuidar da sua carteira e cadeira. Uma vez por semana com panos e produtos de limpeza as carteiras e cadeiras seriam limpas. Mas era necessário pedir a colaboração dos alunos da manhã. O professor Ronaldo foi chamado para participar e fazer a integração das duas turmas. Todos os alunos concordaram com o Projeto. Vai funcionar assim:
a- Colocar etiqueta com o nome do aluno da manhã e da tarde para identificar as carteiras e cadeiras.
b- Organizar em uma caixa o kit projeto “Cuidando da Sala” (panos, álcool, buchas, veja), que ficará na sala da auxiliar de direção. Será utilizada pelas duas turmas.
c- Segunda-feira será o dia da ação da 5ª C e na Quarta feira o dia da 6ª B.
d- Haverá na sala um espaço de recados para os alunos da tarde se comunicarem com os alunos da manhã sobre o Projeto. Também poderão utilizar a lousa para passar os recados.
e- A Dona Candinha, o Professor Ronaldo e os professores coordenadores das salas (Romildo 5ªC e Joseneide 6ªB) estarão envolvidos diretamente com o Projeto, mas é importante que todos os demais professores também participem.
OBS.: Se o Projeto der certo, os alunos dessas salas vão incentivar os alunos das outras salas a participarem.

ONDE POSSO CORRER NA ESCOLA?

CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO
Aluno consciente... Condutor consciente no futuro.
“Correr e gritar pelo corredor da escola não posso, porque atrapalha o estudo dos outros alunos que estão em sala de aula. Além disto, pode ocorrer um acidente e alguém se machucar”.
“Correr pelo pátio da escola não posso em nenhum momento, tem várias quinas de concreto, bancos de concreto, mesas, o bebedouro com quinas perigosas. Durante o intervalo e as refeições nem pensar, já derrubaram o copo cheio na roupa do colega; o outro, coitado, o prato cheio de comida foi ao chão”.
Propostas:
a- Eleger dois monitores de cada sala para orientar os colegas sobre o comportamento adequado na sala de aula, nos corredores e no pátio.
b- Se após as orientações o(a) aluno(a) persistir nos erros, receberá uma advertência por escrito e comunicado aos pais ou responsáveis.
c- Se houver reincidência, o(a) aluno(a) ficará suspenso(a) dos torneios esportivos da escola.



ALUNOS ESTUDANDO...

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Propostas: Convívio Escolar para o Fund. I

Proposta de atividade do 1º ao 5º ano


Para que a escola se transforme em um espaço democrático e cooperativo, pautado por relações éticas, é preciso criar situações e vivências que favoreçam a participação, o respeito à diversidade dos indivíduos e dos grupos. Assim, é importante trabalhar a ética a partir de situações concretas do cotidiano escolar, das relações que os professores, funcionários, coordenadores pedagógicos e diretores têm a oportunidade de compartilhar com os educandos.

Existem diversas situações do cotidiano escolar e comunitário em que nos colocamos as questões de “Como agir na relação com os outros? Agir buscando o quê? Fazer o bem ou o mal?” Enfim, isso é ético ou antiético? O debate destas situações pode criar bons momentos de atividade com os alunos. Mas o professor também pode e deve criar atividades para introduzir o debate de questões específicas. É esse o sentido das atividades aqui propostas.

A preocupação com a ética deve ter lugar central nas propostas educativas escolares se a escola quiser cumprir seu papel fundamental: a formação integral do cidadão. Evidentemente, essa formação se dá nas relações sociais que se estabelecem na escola entre alunos, alunos e educadores, funcionários e comunidade. Por isso, esse convívio social na escola precisa ser alvo de reflexão pela equipe escolar para que haja clareza quanto ao que se pretende ensinar.

Como a questão da ética não se resume ao discurso que podemos fazer sobre ela, a melhor forma de preparar nossos alunos para compreenderem os princípios éticos que devem regular o convívio escolar nas mais diversas situações (e na sociedade em geral) é fazer com que eles sejam vividos cotidianamente. Ou seja, é na prática, por meio do exemplo, da convivência e pela reflexão em situações reais que os alunos podem desenvolver atitudes coerentes com os valores humanos que queremos ensinar.

Desse modo, o convívio escolar é o conteúdo fundamental da formação ética dos alunos. “E, ao mesmo tempo, é o instrumento mais poderoso que a escola tem para cumprir sua tarefa educativa nesse aspecto” (Pg13).

Valores como respeito, justiça e solidariedade podem ser desenvolvidos pelo tratamento que a escola tem em relação a diferenças, potencialidades e dificuldades de seus alunos. Essa preocupação deve existir no trabalho em todos os níveis de ensino. No caso de 1ª a 4ª série, é possível trabalhar, por exemplo, com:

- acolhimento da 1ª série com atividades especiais de adaptação ao novo espaço;
envolvimento da 4ª série na recepção dos menores, seja com a 1ª ou a 2ª série;
apresentação dos diferentes profissionais que trabalham na escola e suas funções para as séries iniciais;
- entrevistas com funcionários e professores, coordenadores para conhecerem melhor as pessoas que trabalham na escola;
- elaboração de álbum de fotografia da classe que pode ser feito ao longo do ano em um caderno de desenho, mês a mês, ou em momentos significativos do trabalho escolar ou a partir de pequenas fotos, desenhos ou recortes de revistas que os alunos trazem/fazem de si próprios. Os álbuns podem ser decorados e complementados com textos escritos pelos alunos;
- estabelecimento de regras de convivência simples e em pequeno número para sala de aula;
- estabelecer um horário diário ou semanal – roda da conversa – para dialogar com os alunos sobre as situações vividas na escola, seus problemas e dificuldades de vida/relacionamentos;
- combinar atitudes em relação a situações do dia-a-dia em que haja coerência e respeito de todos;
- eleger representantes de classe depois de discutidos o significado da representação, o que esse representante deve fazer, que atitudes se espera dele, que problemas ele pode enfrentar, que regras ele deve seguir.
- O importante dessas atividades é mostrar ao aluno, de forma concreta e prática que o acolhimento, a solidariedade e o clima agradável que devem reinar na sala de aula e na escola fazem parte da ética de viver e conviver. Isso pode ser pontuado em um bate papo para que essa relação fique clara para todos.


Produção e Edição: Equipe EducaRede

terça-feira, 12 de julho de 2011

PROJETO DISCIPLINAR JK

“Escola Ensina - Família Educa”.
Objetivo: Desenvolver um conjunto de ações visando a melhoria das relações no ambiente escolar. Quanto melhor for a relação no convívio escolar, maiores serão as possibilidades da construção do conhecimento, elaboração e práticas pedagógicas, onde o educando e a comunidade serão os maiores beneficiados.
Como está sendo construído o Projeto Disciplinar?
1- Elaboração do Regimento Interno Disciplinar, construído pelos alunos representantes de sala (Alunos eleitos democraticamente pelos seus pares).
2-Reuniões bimestrais entre educadores e responsáveis pelos alunos, envolvendo todas as salas.
3- Reuniões disciplinares. Ocorrem quando a equipe escolar achar necessário. Envolve alunos com graves problemas disciplinares, seus responsáveis, o grupo de professores e equipe gestora.
4- Assembléias gerais com os alunos representantes de sala para refletir, diagnosticar, reivindicar e propor projetos que visem a melhoria da escola.
5- Reuniões específicas durante a JEIF para debater sobre o Projeto Disciplinar.
                                                       
 AÇÕES 
6- AÇÃO COLETIVA: CAMPANHA PARA QUE TODOS NA ESCOLA CONHEÇAM AS REGRAS E NORMAS PRODUZIDAS PELOS REPRESENTANTES DE SALA. (INFORMATIVO NAS SALAS E NOS CORREDORES – SALAS DA EQUIPE GESTORA – SECRETARIA. - TRABALHO DOS PROFESSORES EM SALA DESTACANDO O REGIMENTO DISCIPLINAR, BEM COMO O PROJETO “ESCOLA ENSINA – FAMILIA EDUCA”, LEVAR AOS ALUNOS OS TEMAS DEBATIDOS COM OS PAIS EM REUNIÃO.

7- AÇÃO COLETIVA: CADERNOS RELATÓRIOS POR CLASSE (SÓ FAZEM ANOTAÇÕES NESTE CADERNO, OS PROFESSORES, INSPETORES E EQUIPE GESTORA). A RESPONSABILIDADE PELO CADERNO É DE TODOS, ESPECIALMENTE, ALUNOS E PROFESSORES. OS REPRESENTANTES DE SALA TERÃO UMA RESPONSABILIDADE MAIOR, QUANDO NÃO HOUVER PROFESSOR EM SALA. ESTE CADERNO É LEVADO PARA SALA NA 1ª AULA E RETORNA NA ÚLTIMA AULA. O OBJETIVO É PROPORCIONAR REGISTROS DIÁRIOS E POR AULA PARA REALIZAR UM DIAGNÓSTICO MAIS REAL E COMPLETO DO AMBIENTE ESCOLAR, PARA ASSIM DESENVOLVER AÇÕES QUE BUSQUEM MELHORAR AS RELAÇÕES INTERNAS.

8- AÇÃO COLETIVA: (PROJETO MOBILIDADE NA ESCOLA). PROMOVER DEBATES E REFLEXÕES SOBRE A MOVIMENTAÇÃO DOS ALUNOS DENTRO DA ESCOLA (INTERVALOS, TROCA DE AULAS, ENTRADA E SAÍDA DOS ALUNOS). RELACIONAR COM AS REGRAS E NORMAS DE TRÂNSITO NA CIDADE E NOS ESTADOS.

9- AÇÃO COLETIVA: (PROJETO DESAFIO. SEMANAS DE DESAFIO PARA QUE AS SALAS SE EMPENHEM A PRATICAR DUAS OU TRÊS REGRAS DO REGIMENTO). AS SALAS SERÃO AVALIADAS PELOS PROFESSORES, INSPETORES, AUXILIARES DE DIREÇÃO E PELOS PRÓPRIOS ALUNOS ATRAVÉS DE AUTOAVALIAÇÃO. DURANTE ESTE PROCESSO OS PONTOS DA AVALIAÇÃO IRÃO SE ACUMULANDO, ASSIM COMO AS REGRAS A SEREM PRATICADAS (EM AULA ESPECÍFICA OS ALUNOS FARÃO AUTOREFLEXÃO SOBRE A CONDUTA DA SALA NO DECORRER DAS SEMANAS). OBJETIVO: ESTIMULAR A CONSCIENTIZAÇÃO EM RELAÇÃO ÀS NORMAS DE CONVIVÊNCIA, BEM COMO OS RESULTADOS DESTA PRÁTICA NO COTIDIANO ESCOLAR, OU SEJA, MELHORIA NO RELACIONAMENTO ALUNO-PROFESSOR, ALUNO-FUNCIONÁRIOS E ENTRE OS PRÓPRIOS ALUNOS.

Trânsito na escola.


TRÂNSITO – TRANSITAR - TRANSITANDO

Trânsito de carros!
Trânsito de bicicletas!
Trânsito de aviões!
Trânsito de helicópteros!
Trânsito de animais!
Trânsito de pessoas!
É possível se movimentar de forma tranquila sem incomodar o próximo?
É possível se movimentar sem invadir o espaço do outro, sem provocar acidentes?
É possível se movimentar em paz no trânsito?
Como está o trânsito dentro da sua escola?
- Será que as pessoas respeitam as regras e normas da mobilidade!
É fácil transitar dentro da sua escola?
Há situações de riscos, perigo de alguém se machucar, sofrer um acidente, fraturar o braço, bater com a cabeça numa quina de concreto?...
Pense em quais pontos da sua escola as pessoas podem ou não correr!...
Será que na sua escola há necessidade de monitores de trânsito, placas de sinalização, debates, palestras, conscientização para que respeitem mais o trânsito de pessoas?...
No Brasil, de acordo com os dados estatísticos, a segunda maior causa de morte de jovens, é acidente de trânsito. A primeira é homicídio (assassinato). Ainda de acordo com as estatísticas a cada ano no Brasil, morrem em média, 33 mil pessoas vítimas de acidentes de trânsito. Cerca de 400 mil ficam feridas ou inválidas.
• 75% dos acidentes são causados por falhas humanas.
• 12% são causados por falhas mecânicas.
• 6% são causados por más condições das vias.
Será que a escola pode contribuir para amenizar esses dados? Será que você também pode contribuir?...
Prof. Ronaldo José da Silva/Geografia