quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Reflexões sobre o ano de 2011
Profissionalmente o ano de 2011 foi um dos mais produtivos. Além de trabalhar os conteúdos básicos de Geografia no decorrer do ano, em diversos momentos foram discutidos temas da atualidade, desde o Massacre de Realengo até o Tsunami no Japão. Todos os projetos que me comprometi a desenvolver com os alunos foram realizados: Projeto "O jovem e o mercado de trabalho", Projeto "Adolescência", Projeto "Mobilidade", Projeto "Família". Também coordenei o Projeto Coletivo na EMEF JK "Escola Ensina - Familia Educa". Além de organizar as eleições do Grêmio JK e coordenar a formatura 2011 dos alunos das oitavas séries do JK. Na Escola Estadual Sumie Iwata, além de trabalhar os conteúdos propostos e diversos temas da atualidade, participamos do Projeto Nosso Bairro - Passado - Presente e Futuro, em que o resultado foi muito interessante.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
No dia 14 de dezembro de 2011 ocorreu nas dependências da Escola Municipal de Ensino Fundamental Presidente Juscelino K. de Oliveira a Colação de Grau e Formatura dos alunos das oitavas séries. Na minha opinião foi um evento muito emocionante. Os alunos e seus familiares estavam felizes. Se divertiram, choraram de emoção, cantaram, gritaram, dançaram, além de tirarem inúmeras fotos.
Para participar da formatura cada aluno contribuiu com 20 reais. Teve direito a três convidados, uma mesa e quatro cadeiras, uma boa porção de salgados, um refrigerante de um litro e meio, bolo, o canudo, decoração... Enfim, sobrou 70 reais que foi utilizado para arrumar a caixa de som da escola.
http://www.youtube.com/watch?v=hG1bRWs22dwYanca homenageando a profa. Rose.
PROJETO: MOBILIDADE
Peça de teatro: "O Ônibus"
Período de implantação: 01 de agosto a 20 de setembro. Obs. A proposta deste projeto é que ele seja contínuo, com diversas ações ocorrendo não apenas neste ano e neste momento.
Recursos humanos: Este projeto contou com a participação de todos na escola, alguns de forma direta, outros de forma indireta. Os alunos das séries das quais trabalhei (7ªs B C D E F e 8ªs A e B) e os alunos do Grêmio Estudantil tiveram participação maior.
Recursos pedagógicos: Textos jornalísticos, Manual de Renovação da Carteira Nacional de Habilitação, Textos extraídos de pesquisas na internet “A mobilidade urbana que queremos”, “A crise da mobilidade urbana em São Paulo”, “Logística – o que é isto?” - Materiais da Campanha da cidade de São Paulo “Dê Preferência à vida. Respeite o Pedestre”.
Recursos materiais: Computadores, máquinas fotográficas e filmadoras digitais, máquina de Xerox.
PROPOSTA
Diversos fatores me levaram a desenvolver este Projeto. As estatísticas da violência, onde a segunda causa de morte de jovens em nosso país é acidente de trânsito. A importância de um olhar mais consciente e crítico do aluno em relação ao movimento ao seu redor, desde a sala de aula, passando pelos corredores da escola, o pátio; chegando até as ruas que circundam a escola. O trajeto da residência do aluno até a escola. Refletir sobre os problemas que dificultam a mobilidade de ciclistas, pessoas com necessidades especiais, pedestres e automóveis, além dos problemas do trânsito na cidade. O objetivo, além de promover reflexões e ampliar a visão do aluno em relação à mobilidade, foi construir uma consciência mais crítica sobre as responsabilidades de cada um, da escola, do cidadão e das demais instituições públicas e privadas. No decorrer do Projeto, diversos textos de apoio foram lidos e debatidos, inclusive as Leis de trânsito, dando destaque para o trabalho com placas de sinalização, direção defensiva e quem pode ser motorista no Brasil. A campanha da Prefeitura de São Paulo “Dê preferência à vida. Respeite o pedestre”, também esteve presente em nosso Projeto, utilizamos os materiais de campanha utilizados na mídia para debater sobre as altas estatísticas de mortes de pedestres na cidade de São Paulo e as responsabilidades de cada um.
AÇÕES
• Aproveitamos a ideia da Campanha da Prefeitura e desenvolvemos nossa Campanha: “Aonde posso correr na escola?”. A proposta foi levada aos demais professores para que os mesmos trabalhassem a Campanha em sala de aula, alguns textos e atividades foram disponibilizados para promover debates e reflexões entre os demais alunos nos dois turnos. Foram desenvolvidos cartazes com placas de sinalização e informações sobre a Campanha.
• Um grupo de alunos representantes de sala e do Grêmio, passaram nas salas promovendo mais conscientização; além do levantamento estatístico dos alunos que já sofreram algum tipo de acidente na escola por causa da correria em locais impróprios.
• Outra ação foi desenvolvida por este mesmo grupo de alunos (Grêmio e representantes de sala), a pesquisa de campo, onde foram tiradas fotos de situações e locais próximos à escola, denunciando a falta de sinalização, buraco na rua, manutenção e reforma de calçadas; o lixo destinado de forma incorreta, entre outros. Após este trabalho de campo foi encaminhado ao setor de SAC (Serviço de Atendimento ao Cidadão) as solicitações de melhorias. Algumas dessas solicitações foram atendidas e outras estamos aguardando.
• As 8ªs séries A e B (9º ano) e 7ªs séries B, C, D, E e F também desenvolveram trabalhos de campo, em grupo produziram material escrito, fotos e vídeos relacionados aos problemas da mobilidade na comunidade.
• Peça de teatro desenvolvida pelos alunos: “O ÔNIBUS”. Relata o cotidiano do transporte coletivo e a violência urbana. Ao término da peça há um debate com o público.
RESULTADO: Através dos depoimentos de alunos, inspetores, professores e equipe gestora é possível constatar a melhoria de comportamento dos alunos relacionados à questão da mobilidade na escola. Especificamente com os alunos das salas que trabalhei, após realizações de avaliações e atividades sobre o tema, cerca de 90% dos alunos tiveram notas positivas, demonstrando conhecimentos sobre os assuntos estudados e debatidos.
BIOGRAFIA
Ronaldo José da Silva, 46 anos, professor de Geografia, há vinte e três anos se dedicando ao magistério. Atualmente leciona na rede municipal e estadual de ensino. Durante nove anos realizou um trabalho concomitante com a educação, sendo responsável pelo Jornal do Estudante. Já foi professor voluntário durante três anos no Projeto Educafro. Já trabalhou na rede particular de ensino e em cursinhos preparatórios para o vestibular e vestibulinho.
Atenção da Subprefeitura de Guaianases (Setor do SAC).
Nós, alunos do Grêmio Estudantil JK, viemos por meio deste documento solicitar algumas providências relacionadas à mobilidade e segurança de trânsito em frente à nossa escola. Para isto estamos enviando algumas fotos para constatação.
A EMEF Presidente Juscelino K. de Oliveira está localizada na Rua Jorge Maraccini, esquina com a Rua Professor Demo Ghidelli, onde levantamos os seguintes problemas:
- a necessidade de duas faixas de pedestres na saída da escola;
- pintura da lombada;
- buraco na rua em frente à escola;
- calçadas em más condições;
- recapeamento de parte do asfalto na rua que é utilizada como estacionamento.
Também estamos denunciando os lixos jogados na pequena praça que fica em frente à escola.
Agradecemos desde já a atenção e aguardamos respostas.
GRÊMIO ESTUDANTIL JK
São Paulo, 15 de setembro de 2011
Fotografando os problemas relacionados a mobilidade em frente a escola. Encaminhamos ao Depto. de SAC da Subprefeitura as solicitações. Algumas já foram atendidas.
Peça de teatro: "O Ônibus"
Período de implantação: 01 de agosto a 20 de setembro. Obs. A proposta deste projeto é que ele seja contínuo, com diversas ações ocorrendo não apenas neste ano e neste momento.
Recursos humanos: Este projeto contou com a participação de todos na escola, alguns de forma direta, outros de forma indireta. Os alunos das séries das quais trabalhei (7ªs B C D E F e 8ªs A e B) e os alunos do Grêmio Estudantil tiveram participação maior.
Recursos pedagógicos: Textos jornalísticos, Manual de Renovação da Carteira Nacional de Habilitação, Textos extraídos de pesquisas na internet “A mobilidade urbana que queremos”, “A crise da mobilidade urbana em São Paulo”, “Logística – o que é isto?” - Materiais da Campanha da cidade de São Paulo “Dê Preferência à vida. Respeite o Pedestre”.
Recursos materiais: Computadores, máquinas fotográficas e filmadoras digitais, máquina de Xerox.
PROPOSTA
Diversos fatores me levaram a desenvolver este Projeto. As estatísticas da violência, onde a segunda causa de morte de jovens em nosso país é acidente de trânsito. A importância de um olhar mais consciente e crítico do aluno em relação ao movimento ao seu redor, desde a sala de aula, passando pelos corredores da escola, o pátio; chegando até as ruas que circundam a escola. O trajeto da residência do aluno até a escola. Refletir sobre os problemas que dificultam a mobilidade de ciclistas, pessoas com necessidades especiais, pedestres e automóveis, além dos problemas do trânsito na cidade. O objetivo, além de promover reflexões e ampliar a visão do aluno em relação à mobilidade, foi construir uma consciência mais crítica sobre as responsabilidades de cada um, da escola, do cidadão e das demais instituições públicas e privadas. No decorrer do Projeto, diversos textos de apoio foram lidos e debatidos, inclusive as Leis de trânsito, dando destaque para o trabalho com placas de sinalização, direção defensiva e quem pode ser motorista no Brasil. A campanha da Prefeitura de São Paulo “Dê preferência à vida. Respeite o pedestre”, também esteve presente em nosso Projeto, utilizamos os materiais de campanha utilizados na mídia para debater sobre as altas estatísticas de mortes de pedestres na cidade de São Paulo e as responsabilidades de cada um.
AÇÕES
• Aproveitamos a ideia da Campanha da Prefeitura e desenvolvemos nossa Campanha: “Aonde posso correr na escola?”. A proposta foi levada aos demais professores para que os mesmos trabalhassem a Campanha em sala de aula, alguns textos e atividades foram disponibilizados para promover debates e reflexões entre os demais alunos nos dois turnos. Foram desenvolvidos cartazes com placas de sinalização e informações sobre a Campanha.
• Um grupo de alunos representantes de sala e do Grêmio, passaram nas salas promovendo mais conscientização; além do levantamento estatístico dos alunos que já sofreram algum tipo de acidente na escola por causa da correria em locais impróprios.
• Outra ação foi desenvolvida por este mesmo grupo de alunos (Grêmio e representantes de sala), a pesquisa de campo, onde foram tiradas fotos de situações e locais próximos à escola, denunciando a falta de sinalização, buraco na rua, manutenção e reforma de calçadas; o lixo destinado de forma incorreta, entre outros. Após este trabalho de campo foi encaminhado ao setor de SAC (Serviço de Atendimento ao Cidadão) as solicitações de melhorias. Algumas dessas solicitações foram atendidas e outras estamos aguardando.
• As 8ªs séries A e B (9º ano) e 7ªs séries B, C, D, E e F também desenvolveram trabalhos de campo, em grupo produziram material escrito, fotos e vídeos relacionados aos problemas da mobilidade na comunidade.
• Peça de teatro desenvolvida pelos alunos: “O ÔNIBUS”. Relata o cotidiano do transporte coletivo e a violência urbana. Ao término da peça há um debate com o público.
RESULTADO: Através dos depoimentos de alunos, inspetores, professores e equipe gestora é possível constatar a melhoria de comportamento dos alunos relacionados à questão da mobilidade na escola. Especificamente com os alunos das salas que trabalhei, após realizações de avaliações e atividades sobre o tema, cerca de 90% dos alunos tiveram notas positivas, demonstrando conhecimentos sobre os assuntos estudados e debatidos.
BIOGRAFIA
Ronaldo José da Silva, 46 anos, professor de Geografia, há vinte e três anos se dedicando ao magistério. Atualmente leciona na rede municipal e estadual de ensino. Durante nove anos realizou um trabalho concomitante com a educação, sendo responsável pelo Jornal do Estudante. Já foi professor voluntário durante três anos no Projeto Educafro. Já trabalhou na rede particular de ensino e em cursinhos preparatórios para o vestibular e vestibulinho.
Atenção da Subprefeitura de Guaianases (Setor do SAC).
Nós, alunos do Grêmio Estudantil JK, viemos por meio deste documento solicitar algumas providências relacionadas à mobilidade e segurança de trânsito em frente à nossa escola. Para isto estamos enviando algumas fotos para constatação.
A EMEF Presidente Juscelino K. de Oliveira está localizada na Rua Jorge Maraccini, esquina com a Rua Professor Demo Ghidelli, onde levantamos os seguintes problemas:
- a necessidade de duas faixas de pedestres na saída da escola;
- pintura da lombada;
- buraco na rua em frente à escola;
- calçadas em más condições;
- recapeamento de parte do asfalto na rua que é utilizada como estacionamento.
Também estamos denunciando os lixos jogados na pequena praça que fica em frente à escola.
Agradecemos desde já a atenção e aguardamos respostas.
GRÊMIO ESTUDANTIL JK
São Paulo, 15 de setembro de 2011
PROJETO FAMÍLIA
PROJETO FAMÍLIA
Objetivo: Promover diversas reflexões sobre o papel da família na sociedade e as relações históricas e transformações pelas quais as famílias vêm passando. Quais são os novos modelos de famílias? Essas mudanças são boas ou ruins?
Texto: “Em sua família há harmonia?”
Independente do tipo ou modelo de família: tradicional, pais separados, mãe sem cônjuge, padrasto, madrasta; o mais importante é que haja harmonia. É fundamental no relacionamento familiar que o respeito, o amor e o diálogo estejam sempre presentes.
Toda família tem seus momentos de crise e discussões, mas o respeito deve ser preservado. Quando o desrespeito entre os membros da família se torna comum, fazendo parte do cotidiano, algo precisa ser feito. A ajuda de uma pessoa mais ponderada, talvez parente mais próximo ou profissional especialista, um psicólogo, por exemplo, poderão ajudar . Ou, os próprios envolvidos se conscientizarem, levantarem a bandeira da paz, assumirem seus erros e falhas e tentarem reconstruir um ambiente familiar com mais harmonia.
A falta de respeito entre as pessoas do lar está destruindo muitas famílias, as cicatrizes deixadas pelas brigas, chingamentos, falta de diálogo e carinho podem ser irrecuperáveis.
Quando o ódio e a raiva agem mais do que o bom senso e a razão (inteligência) o resultado será a violência.
Prof. Ronaldo José da Silva
Atividades
1- O autor do texto diz que só o modelo de família tradicional tem chance de ser feliz e viver em harmonia? Justifique.
2- Por que em muitas famílias a violência faz parte do cotidiano? Quais são as conseqüências?
3- Que propostas o autor cita para tentar resolver ou amenizar a relação de violência que se tornou cotidiano em muitas famílias?
OBS.: Fazer pesquisa entre os alunos da sala (Quantos vivem só com a mãe ou com o pai? Quantos tem irmãos com pais ou mães diferentes? Quantos vivem com pais separados? Quantos não moram com os pais biológicos?)
REFLEXÃO:
• “Ainda de acordo com o IBGE o modelo de família tradicional vem diminuindo enquanto os outros modelos de famílias vêm aumentando”.
• Sugestão: Relacionar a urbanização com as mudanças de comportamentos da sociedade.
Texto: Princípios – valores e os jovens da periferia.
Nas periferias uma grande parcela dos jovens adere ao modismo do mundo do crime, incorporam valores, atitudes e hábitos que se distanciam dos valores defendidos pela escola e pela família. Esta situação provoca uma relação de conflitos (desentendimentos, discussões, brigas, inimizades, separações). Valorizam o que é errado no senso comum ou quem pratica coisas erradas.
É muito comum entre esses jovens valorizar o colega ou a colega que responde ou satiriza professores, como se fosse uma atitude correta. Jovens que cometem infrações graves e tiveram que ser internados em Fundações, quando saem desses estabelecimentos são exaltados pelos colegas, como se fosse algo positivo, uma promoção. Valores reproduzidos pelo mundo do crime. Ao invés da internação funcionar como uma medida de reflexão, arrependimento e mudança de comportamento, ocorre muitas vezes o contrário.
Supervalorizam atitudes do mundo crime, falam de acordo com suas gírias, palavrões; desvalorizando aqueles que têm boas condutas (estudam, tem boa educação, respeitam pais, professores, falam corretamente, tem bons hábitos). Nos últimos anos estamos observando um grande número de músicas produzidas com os mesmos objetivos: fazer apologia ao crime, estimular a violência, desvalorizando a mulher, reduzindo-a como objeto sexual; fazendo autopropaganda do uso de drogas, entre outros. Músicas que são incorporadas ao cotidiano e cultura de muitos jovens, principalmente da periferia.
Não poderia deixar de citar o papel de uma parcela da mídia (rádio, TV, internet) que muitas vezes reproduzem essa cultura através de suas programações. Podemos citar o programa “Pânico na TV”, um dos mais assistidos pelos jovens, onde ridicularizar ou menosprezar o outro é um de seus principais atrativos; também exploram de forma negativa a exposição da mulher (desprovidas de inteligência, onde o importante é apenas expor a sexualidade).
Enfim, quais são as conseqüências deste contexto cultural negativo no desenvolvimento de nossos jovens?
- Tornam-se pessoas egoístas, insensíveis, não se preocupam com o próximo, desvalorizar ou ridicularizar é mais legal do que elogiar ou reconhecer as boas qualidades do outro.
- Descaso para com os estudos; para que estudar, se para traficar ou roubar não exigem estudos; ou, meus pais me dão o que preciso (comodismo).
- Uma visão e prática que não constroem, não ajudam no desenvolvimento e preparação para o futuro. O errado é certo e o certo é errado. Inversão de valores. Ouvir os conselhos dos mais velhos para quê, se eu e meus amigos temos as mesmas opiniões!...
O que está faltando nas famílias e na sociedade para mudar este contexto? Para que esses jovens percebam que essas atitudes não contribuem para a vida, pelo contrário, trazem mais violência!...
Prof. Ronaldo José da Silva
FILME: O Contador de histórias (Nacional)
Este filme proporciona ao educador levantar vários questionamentos em relação ao papel da
família, da sociedade e do governo quanto a responsabilidade no desenvolvimento de nossos jovens.
O Contador de histórias.
Algumas histórias nascem para nos ensinar como realmente devemos viver.
O contador de histórias relata a trajetória de Roberto Carlos Ramos, um menino cheio de imaginação que, nos anos 70, é deixado pela mãe em uma entidade assistencial recém criada pelo governo. Aos treze anos, após incontáveis fugas, ele é classificado como “irrecuperável” nas palavras da diretora da entidade. Contudo, para a pedagoga Francesa Margherit
Duvas (Maria de Medeiros), que vem ao Brasil para o desenvolvimento de uma pesquisa , Roberto representa um desafio.
Determinada a fazer do menino o objeto de seu estudo, ela tenta se aproximar dele. O que surge entre os dois é uma relação de amizade e ternura, que porá em xeque a descrença de Roberto em seu futuro e desafiará Margherit a manter suas convicções.
domingo, 21 de agosto de 2011
Crise da mobilidade urbana em São Paulo
A raiz da crise passa pela disfunção que representa o divórcio entre as políticas de uso do solo, transporte e trânsito. Mesmo que não estejam escritas ou explícitas, elas acabam sendo a sucessão de ações e omissões que a máquina pública permite. Um plano diretor contendo uma política de uso e ocupação do solo pode ajudar muito na racionalização das necessidades de deslocamentos. Sabe-se até pela simples observação visual que a habitação cresce em direção do extremo leste da cidade e o trabalho avança no quadrante sudoeste. O resultado? Mais viagens, maiores distâncias percorridas e, portanto, mais congestionamentos. A verticalização da "cidade legal" tem ignorado o impacto no déficit de áreas de estacionamento e, como conseqüência, em São Paulo é praticada uma das tarifas mais altas do planeta.
Num período de cinco anos (entre 1992 e 1997), a média de quilômetros de congestionamento medidos pela CET no sistema viário principal da cidade passou de 40 km, na hora de pico da tarde, para 120 km. Hoje há congestionamentos significativos em corredores da mais longínqua periferia e em todos os quadrantes. O grau de "viscosidade" urbana aumenta, e a crise de mobilidade se agrava. Os deslocamentos ficam mais lentos, e as áreas congestionadas crescem. A administração municipal deve abrir e conduzir o debate a fim de se encontrar esse modelo sistêmico para enfrentar o problema da mobilidade urbana. É preciso sair da escala do semáforo, do viaduto, do talão de multa ou da placa de sinalização. A extensão e a gravidade do problema do trânsito paulistano requerem uma abordagem sistêmica, uma intervenção profunda com visão de longo prazo. É um desafio tecnológico, político e administrativo que exige um tratamento mais holístico e menos setorizado e um amplo debate com todos os segmentos representativos. ROBERTO SALVADOR SCARINGELLA
Engenheiro Civil e Jornalista, Diretor Superintendente do Instituto Nacional de Segurança no Trânsito
Num período de cinco anos (entre 1992 e 1997), a média de quilômetros de congestionamento medidos pela CET no sistema viário principal da cidade passou de 40 km, na hora de pico da tarde, para 120 km. Hoje há congestionamentos significativos em corredores da mais longínqua periferia e em todos os quadrantes. O grau de "viscosidade" urbana aumenta, e a crise de mobilidade se agrava. Os deslocamentos ficam mais lentos, e as áreas congestionadas crescem. A administração municipal deve abrir e conduzir o debate a fim de se encontrar esse modelo sistêmico para enfrentar o problema da mobilidade urbana. É preciso sair da escala do semáforo, do viaduto, do talão de multa ou da placa de sinalização. A extensão e a gravidade do problema do trânsito paulistano requerem uma abordagem sistêmica, uma intervenção profunda com visão de longo prazo. É um desafio tecnológico, político e administrativo que exige um tratamento mais holístico e menos setorizado e um amplo debate com todos os segmentos representativos. ROBERTO SALVADOR SCARINGELLA
Engenheiro Civil e Jornalista, Diretor Superintendente do Instituto Nacional de Segurança no Trânsito
sábado, 20 de agosto de 2011
Projeto: Cuidando da sala (EMEF JK)
PROJETO: Cuidando da sala – Cuidando da escola.
A 5ª série C chamou a Dona Candinha para propor um Projeto, a ideia era cuidar melhor da sala. Cada aluno teria a responsabilidade de cuidar da sua carteira e cadeira. Uma vez por semana com panos e produtos de limpeza as carteiras e cadeiras seriam limpas. Mas era necessário pedir a colaboração dos alunos da manhã. O professor Ronaldo foi chamado para participar e fazer a integração das duas turmas. Todos os alunos concordaram com o Projeto. Vai funcionar assim:
a- Colocar etiqueta com o nome do aluno da manhã e da tarde para identificar as carteiras e cadeiras.
b- Organizar em uma caixa o kit projeto “Cuidando da Sala” (panos, álcool, buchas, veja), que ficará na sala da auxiliar de direção. Será utilizada pelas duas turmas.
c- Segunda-feira será o dia da ação da 5ª C e na Quarta feira o dia da 6ª B.
d- Haverá na sala um espaço de recados para os alunos da tarde se comunicarem com os alunos da manhã sobre o Projeto. Também poderão utilizar a lousa para passar os recados.
e- A Dona Candinha, o Professor Ronaldo e os professores coordenadores das salas (Romildo 5ªC e Joseneide 6ªB) estarão envolvidos diretamente com o Projeto, mas é importante que todos os demais professores também participem.
OBS.: Se o Projeto der certo, os alunos dessas salas vão incentivar os alunos das outras salas a participarem.
A 5ª série C chamou a Dona Candinha para propor um Projeto, a ideia era cuidar melhor da sala. Cada aluno teria a responsabilidade de cuidar da sua carteira e cadeira. Uma vez por semana com panos e produtos de limpeza as carteiras e cadeiras seriam limpas. Mas era necessário pedir a colaboração dos alunos da manhã. O professor Ronaldo foi chamado para participar e fazer a integração das duas turmas. Todos os alunos concordaram com o Projeto. Vai funcionar assim:
a- Colocar etiqueta com o nome do aluno da manhã e da tarde para identificar as carteiras e cadeiras.
b- Organizar em uma caixa o kit projeto “Cuidando da Sala” (panos, álcool, buchas, veja), que ficará na sala da auxiliar de direção. Será utilizada pelas duas turmas.
c- Segunda-feira será o dia da ação da 5ª C e na Quarta feira o dia da 6ª B.
d- Haverá na sala um espaço de recados para os alunos da tarde se comunicarem com os alunos da manhã sobre o Projeto. Também poderão utilizar a lousa para passar os recados.
e- A Dona Candinha, o Professor Ronaldo e os professores coordenadores das salas (Romildo 5ªC e Joseneide 6ªB) estarão envolvidos diretamente com o Projeto, mas é importante que todos os demais professores também participem.
OBS.: Se o Projeto der certo, os alunos dessas salas vão incentivar os alunos das outras salas a participarem.
ONDE POSSO CORRER NA ESCOLA?
CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO
Aluno consciente... Condutor consciente no futuro.
“Correr e gritar pelo corredor da escola não posso, porque atrapalha o estudo dos outros alunos que estão em sala de aula. Além disto, pode ocorrer um acidente e alguém se machucar”.
“Correr pelo pátio da escola não posso em nenhum momento, tem várias quinas de concreto, bancos de concreto, mesas, o bebedouro com quinas perigosas. Durante o intervalo e as refeições nem pensar, já derrubaram o copo cheio na roupa do colega; o outro, coitado, o prato cheio de comida foi ao chão”.
Propostas:
a- Eleger dois monitores de cada sala para orientar os colegas sobre o comportamento adequado na sala de aula, nos corredores e no pátio.
b- Se após as orientações o(a) aluno(a) persistir nos erros, receberá uma advertência por escrito e comunicado aos pais ou responsáveis.
c- Se houver reincidência, o(a) aluno(a) ficará suspenso(a) dos torneios esportivos da escola.
ALUNOS ESTUDANDO...
Aluno consciente... Condutor consciente no futuro.
“Correr e gritar pelo corredor da escola não posso, porque atrapalha o estudo dos outros alunos que estão em sala de aula. Além disto, pode ocorrer um acidente e alguém se machucar”.
“Correr pelo pátio da escola não posso em nenhum momento, tem várias quinas de concreto, bancos de concreto, mesas, o bebedouro com quinas perigosas. Durante o intervalo e as refeições nem pensar, já derrubaram o copo cheio na roupa do colega; o outro, coitado, o prato cheio de comida foi ao chão”.
Propostas:
a- Eleger dois monitores de cada sala para orientar os colegas sobre o comportamento adequado na sala de aula, nos corredores e no pátio.
b- Se após as orientações o(a) aluno(a) persistir nos erros, receberá uma advertência por escrito e comunicado aos pais ou responsáveis.
c- Se houver reincidência, o(a) aluno(a) ficará suspenso(a) dos torneios esportivos da escola.
ALUNOS ESTUDANDO...
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