A raiz da crise passa pela disfunção que representa o divórcio entre as políticas de uso do solo, transporte e trânsito. Mesmo que não estejam escritas ou explícitas, elas acabam sendo a sucessão de ações e omissões que a máquina pública permite. Um plano diretor contendo uma política de uso e ocupação do solo pode ajudar muito na racionalização das necessidades de deslocamentos. Sabe-se até pela simples observação visual que a habitação cresce em direção do extremo leste da cidade e o trabalho avança no quadrante sudoeste. O resultado? Mais viagens, maiores distâncias percorridas e, portanto, mais congestionamentos. A verticalização da "cidade legal" tem ignorado o impacto no déficit de áreas de estacionamento e, como conseqüência, em São Paulo é praticada uma das tarifas mais altas do planeta.
Num período de cinco anos (entre 1992 e 1997), a média de quilômetros de congestionamento medidos pela CET no sistema viário principal da cidade passou de 40 km, na hora de pico da tarde, para 120 km. Hoje há congestionamentos significativos em corredores da mais longínqua periferia e em todos os quadrantes. O grau de "viscosidade" urbana aumenta, e a crise de mobilidade se agrava. Os deslocamentos ficam mais lentos, e as áreas congestionadas crescem. A administração municipal deve abrir e conduzir o debate a fim de se encontrar esse modelo sistêmico para enfrentar o problema da mobilidade urbana. É preciso sair da escala do semáforo, do viaduto, do talão de multa ou da placa de sinalização. A extensão e a gravidade do problema do trânsito paulistano requerem uma abordagem sistêmica, uma intervenção profunda com visão de longo prazo. É um desafio tecnológico, político e administrativo que exige um tratamento mais holístico e menos setorizado e um amplo debate com todos os segmentos representativos. ROBERTO SALVADOR SCARINGELLA
Engenheiro Civil e Jornalista, Diretor Superintendente do Instituto Nacional de Segurança no Trânsito
domingo, 21 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
Projeto: Cuidando da sala (EMEF JK)
PROJETO: Cuidando da sala – Cuidando da escola.
A 5ª série C chamou a Dona Candinha para propor um Projeto, a ideia era cuidar melhor da sala. Cada aluno teria a responsabilidade de cuidar da sua carteira e cadeira. Uma vez por semana com panos e produtos de limpeza as carteiras e cadeiras seriam limpas. Mas era necessário pedir a colaboração dos alunos da manhã. O professor Ronaldo foi chamado para participar e fazer a integração das duas turmas. Todos os alunos concordaram com o Projeto. Vai funcionar assim:
a- Colocar etiqueta com o nome do aluno da manhã e da tarde para identificar as carteiras e cadeiras.
b- Organizar em uma caixa o kit projeto “Cuidando da Sala” (panos, álcool, buchas, veja), que ficará na sala da auxiliar de direção. Será utilizada pelas duas turmas.
c- Segunda-feira será o dia da ação da 5ª C e na Quarta feira o dia da 6ª B.
d- Haverá na sala um espaço de recados para os alunos da tarde se comunicarem com os alunos da manhã sobre o Projeto. Também poderão utilizar a lousa para passar os recados.
e- A Dona Candinha, o Professor Ronaldo e os professores coordenadores das salas (Romildo 5ªC e Joseneide 6ªB) estarão envolvidos diretamente com o Projeto, mas é importante que todos os demais professores também participem.
OBS.: Se o Projeto der certo, os alunos dessas salas vão incentivar os alunos das outras salas a participarem.
A 5ª série C chamou a Dona Candinha para propor um Projeto, a ideia era cuidar melhor da sala. Cada aluno teria a responsabilidade de cuidar da sua carteira e cadeira. Uma vez por semana com panos e produtos de limpeza as carteiras e cadeiras seriam limpas. Mas era necessário pedir a colaboração dos alunos da manhã. O professor Ronaldo foi chamado para participar e fazer a integração das duas turmas. Todos os alunos concordaram com o Projeto. Vai funcionar assim:
a- Colocar etiqueta com o nome do aluno da manhã e da tarde para identificar as carteiras e cadeiras.
b- Organizar em uma caixa o kit projeto “Cuidando da Sala” (panos, álcool, buchas, veja), que ficará na sala da auxiliar de direção. Será utilizada pelas duas turmas.
c- Segunda-feira será o dia da ação da 5ª C e na Quarta feira o dia da 6ª B.
d- Haverá na sala um espaço de recados para os alunos da tarde se comunicarem com os alunos da manhã sobre o Projeto. Também poderão utilizar a lousa para passar os recados.
e- A Dona Candinha, o Professor Ronaldo e os professores coordenadores das salas (Romildo 5ªC e Joseneide 6ªB) estarão envolvidos diretamente com o Projeto, mas é importante que todos os demais professores também participem.
OBS.: Se o Projeto der certo, os alunos dessas salas vão incentivar os alunos das outras salas a participarem.
ONDE POSSO CORRER NA ESCOLA?
CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO
Aluno consciente... Condutor consciente no futuro.
“Correr e gritar pelo corredor da escola não posso, porque atrapalha o estudo dos outros alunos que estão em sala de aula. Além disto, pode ocorrer um acidente e alguém se machucar”.
“Correr pelo pátio da escola não posso em nenhum momento, tem várias quinas de concreto, bancos de concreto, mesas, o bebedouro com quinas perigosas. Durante o intervalo e as refeições nem pensar, já derrubaram o copo cheio na roupa do colega; o outro, coitado, o prato cheio de comida foi ao chão”.
Propostas:
a- Eleger dois monitores de cada sala para orientar os colegas sobre o comportamento adequado na sala de aula, nos corredores e no pátio.
b- Se após as orientações o(a) aluno(a) persistir nos erros, receberá uma advertência por escrito e comunicado aos pais ou responsáveis.
c- Se houver reincidência, o(a) aluno(a) ficará suspenso(a) dos torneios esportivos da escola.
ALUNOS ESTUDANDO...
Aluno consciente... Condutor consciente no futuro.
“Correr e gritar pelo corredor da escola não posso, porque atrapalha o estudo dos outros alunos que estão em sala de aula. Além disto, pode ocorrer um acidente e alguém se machucar”.
“Correr pelo pátio da escola não posso em nenhum momento, tem várias quinas de concreto, bancos de concreto, mesas, o bebedouro com quinas perigosas. Durante o intervalo e as refeições nem pensar, já derrubaram o copo cheio na roupa do colega; o outro, coitado, o prato cheio de comida foi ao chão”.
Propostas:
a- Eleger dois monitores de cada sala para orientar os colegas sobre o comportamento adequado na sala de aula, nos corredores e no pátio.
b- Se após as orientações o(a) aluno(a) persistir nos erros, receberá uma advertência por escrito e comunicado aos pais ou responsáveis.
c- Se houver reincidência, o(a) aluno(a) ficará suspenso(a) dos torneios esportivos da escola.
ALUNOS ESTUDANDO...
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